Usabilidade, atendimento e preço: Sócio da Bubble Mix Tea destaca vantagens das soluções da CPlug

Rede de lojas usa desde totem de autoatendimento a sistema de gestão ERP, PDV e programa de fidelidade

 

Com 36 lojas no Brasil e previsão de chegar a 90 unidades até o fim do ano, a rede Bubble Mix Tea se tornou um case de sucesso no mundo das franquias. A empresa, que nasceu em 2014 em Foz do Iguaçu (PR) como uma pequena loja especializada em chá taiwanês, hoje vale R$ 3 milhões.

 

Cada loja fatura em média R$ 27 mil por mês e, apesar da pandemia, as vendas somaram R$ 9,5 milhões no ano passado, de acordo com Rogério Teixeira, que comanda a rede ao lado dos sócios Rodrigo Balotin e Alex Lin.

 

 

Um dos motivos que levaram ao crescimento nos últimos anos é a parceria que a empresa estreitou com a ConnectPlug, startup curitibana especializada em soluções tecnológicas para o comércio, como o sistema PDV (ou frente de caixa), o sistema de gestão ERP (Enterprise Resource Planning, ou sistema de gestão integrado), o totem de autoatendimento e a comanda digital, entre outras.

 

Os caminhos das duas empresas se cruzaram em agosto de 2019, após a Bubble Mix Tea sofrer duas experiências decepcionantes com grandes empresas do setor tecnológico. Rogério Arcanjo, sócio proprietário na Bubble Mix Tea, relata que havia problemas frequentes no atendimento, perda de dados, contratempos no fechamento de caixa e na emissão de notas fiscais, além de grandes dificuldades para fazer os ajustes necessários.

 

“Já o atendimento que a CPlug presta caminha em paralelo com a usabilidade do sistema”, destaca Rogério. “Logo após começar os testes em duas lojas, outros franqueados viram que o sistema era muito bom e nos cobraram para acelerar a implementação em todas as unidades”, explica o empresário.

 

O ecossistema que a CPlug estruturou para a Bubble Mix Tea contempla os sistemas PDV e gestão ERP, o totem de autoatendimento e o programa de fidelidade, uma ferramenta que permite que qualquer compra, seja on-line ou na loja física, se converta para o cliente em pontos para a troca de futuros benefícios.

 

 

Todas as soluções são integradas numa única plataforma, “o que evita ter vários sistemas”, avalia Teixeira. O empresário destaca também outras duas vantagens da ferramenta da CPlug: usabilidade e preço. “O custo-benefício que a ConnectPlug oferece, não consegui com outras ferramentas. Eles têm uma entrega muito boa por um preço justo”, afirma o sócio da rede.

 

Todos sabemos que a usabilidade é um dos aspectos mais importantes quando o assunto é tecnologia. Sobretudo quando a tecnologia é essencial para fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio. “O sistema, na real, é bem simples e toda a configuração é replicada de uma unidade para outra”, diz Rogério.

 

Apesar da simplicidade de uso, todos os franqueados recebem um treinamento completo para aprender a explorar ao máximo o potencial da ferramenta. “Ele [o franqueado] pega o jeito rápido e já sai do curso sabendo usar a ferramenta. Mas se precisar de treinamento adicional, fazemos de forma remota ou chamamos a CPlug”, explica o empresário.

 

 

Bubble Mix Tea: um case de sucesso

Quando a primeira unidade da Bubble Mix Tea inaugurou em 2014, não faltou quem torcesse o nariz e tachasse a ideia de vender no Brasil um chá taiwanês com bolinhas que estouram na boca como uma moda. “Esse tipo de bebida tem 40 anos. Além disso, o chá é um produto perene”, rebate Rogério.

 

Sete anos depois, a rede não para de crescer. É verdade que durante a pandemia quatro lojas fecharam as portas – 300 mil bares e restaurantes encerraram as atividades no último ano, segundo a Abrasel (Associação de Bares e Restaurantes) -, mas os três sócios da marca criaram novos modelos de negócio para sobreviver à crise do setor.

 

“Com a vinda da pandemia começamos a canalizar nossos esforços para a loja virtual e os franqueados aumentaram as vendas pelo delivery”, explica Teixeira. As entregas em domicílio, que no começo de 2020 representavam 5% do faturamento das lojas, saltaram para 20% do total.

 

 

O foco em inovação e a capacidade de se reinventar no meio das dificuldades foram fundamentais para a empresa enfrentar o momento que estamos vivendo. Antes da pandemia, a Bubble Mix Tea trabalhava com dois modelos de negócio – o quiosque e a loja, que exigem investimentos entre R$ 160 mil e R$ 200 mil.

 

Agora a rede oferece também a micro e a “nanofranquia”, miniloja com um ou dois funcionários, totem de autoatendimento e venda na modalidade 100% take a way. “Esse modelo de negócio é o que segurou a empresa e evitou de quebrar em 2020”, diz Rogério.

 

A ideia de vender chá de bolinhas por aqui surgiu das conversas entre os três sócios. Um deles é filho de taiwanês, e o outro que morou na China por três anos. Foi na Ásia que os dois conheceram a bebida que estava na moda em Taiwan.

 

 

Nos primeiros dois anos, os sócios abriram três lojas, mas a partir de 2016 venderem as unidades e passaram a cuidaram só da franqueadora. Hoje, cerca de 75% dos ingredientes – desde as bolinhas ao chá – são importados, mas a empresa está tentando reduzir a dependência dos mercados externos.

 

Em 2017 a Bubble Mix Tea foi uma das empresas participantes do programa Shark Tank Brasil, já em 2018 recebeu a premiação ABF+RDI de design de quiosque, e em 2020 foi chancelada com o Selo de Excelência em Franchising.